Entenda como a internet das coisas influencia nos sistemas de armazenagem atuais

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As mudanças tecnológicas trazem grande impacto nos negócios, e ultimamente elas têm melhorado muito a otimização da logística e potencialização das soluções de armazenamento de produtos. Uma das estratégias tecnológicas que vem causando furor é a que se chama internet das coisas. Você já ouviu falar dela? Sabe o que é? Sabe como a ideia poderia ajudar a melhorar seu sistema atual de armazenagem? Este post te ajudará a entender melhor o conceito e como aplicá-lo em sistemas de armazanagem, confira:

O que é a internet das coisas?

A internet das coisas se trata basicamente de um conceito de computação que descreve um futuro (idealmente próximo) em que os objetos físicos diários serão conectados à Internet e serão capazes de identificar-se com outros dispositivos. Ou seja, a ideia representa um nível tal de integração e comunicação que variados processos poderiam ser feitos automaticamente e sem a participação direta de seres humanos.

Como isso pode ser interessante para os sistemas de armazenagem?

Normalmente, quando os gestores ou donos de negócios de varejo discutem acerca das novas tecnologias, o centro das atenções é o Big Data — ou como dar conta de uma enorme gama de dados e informações. Porém, é importante refletir também sobre como o Big Data oferece desafios, tanto em sua execução quanto em sua análise.

A internet das coisas, por sua vez, é extraordinária. Quando objetos são representados no espaço digital e passam a se relacionar com outros objetos ao redor, obedecendo a modelos procedimentais específicos e alimentando bancos de dados automatizados, eles criam uma inteligência ambiental jamais vista. E se tudo estiver conjugado a outras tecnologias, como sensores, adaptadores Wi-Fi e códigos QR, o nível de qualidade dos processos internos de estocagem será muito superior e aos atuais. Sem falar que os dados de Big Data estarão mais precisos e não precisarão de muita intervenção humana, o que permitirá que os gestores diminuam sua equipe sem perder em produtividade.

Como é possível aproveitar essa tecnologia?

Para que a adoção dessa tecnologia possa ser implementada de maneira correta, antes será preciso instalar um software de gestão realmente eficaz e adequar a cultura corporativa aos novos métodos. Só assim será possível abrir caminho para conectar máquinas e integrar mais eficientemente os processos automatizados. Dependendo dos modelos de TI e das estratégias de internet das coisas que forem abraçados, alguns setores da empresa poderão ser suprimidos, visto que os equipamentos “tomarão decisões” sozinhos.

Por exemplo, se um depósito possui ambiente refrigerado para conservar produtos congelados ou mais sensíveis, é provável que os clientes queiram boas garantias de que estão recebendo produtos que tenham sido mantidos à temperatura prescrita. Os sensores ligados a sistemas que operem dentro da internet das coisas podem não só exibir um histórico para o comprador saber toda a excursão que a temperatura fez do armazém até o caminhão que vai executar os traslados, mas também ajustará automaticamente a temperatura correta se houver variações no ambiente.

Portanto, a adoção futura de metodologias e equipamentos que abraçam a internet das coisas permitirá que o gestor tenha mais segurança em seu negócio varejista e uma melhor tomada de decisões. Mas também diminuirá a tomada de decisões críticas, porque muitos processos serão realizados automaticamente dentro das conexões da cadeia de abastecimento, o que vai variar conforme o sistema implementado — dos pedidos espontâneos para reposição de itens a fornecedores ao mais eficiente controle de saídas para os consumidores e clientes.

O que você acha desse novo conceito de computação e comunicação? Já pensou em implementar algo assim em sua empresa? Que tal conhecer o que a FGL pode oferecer para seus sistemas de armazenagem? Veja nossas soluções e deixe sua opinião nos comentários!

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